Friday, December 02, 2005

ele ...

12 Comments:

Anonymous Anonymous said...

elas são mais que muitas... e ele fica assim!
A.

3:38 PM  
Blogger FF said...

ena, isto sim é raccord bob.
para quem nao percebeu:
coment » post

5:22 PM  
Blogger Ana Sofia Santos said...

cá pra mim levou com um colar e ficou assim

6:31 PM  
Blogger Clau said...

Pelos vistos não são elas que são chatas.... Eles conseguem sempre nos surpreender...!

10:34 PM  
Blogger dsign4us said...

hehe o chato... muito bem.;)

11:32 AM  
Blogger jp said...

Experimenta o autocarro uma vez por semana. Olha que tb é giro!

11:49 AM  
Anonymous Coisa Azul said...

Isto é que é cansaço. O que terá ele andado a fazer... com elas??
Coisas boas?! Ora ai está alguém que aproveita as oportunidades...

3:22 PM  
Blogger bluejohn said...

Xihhh, nesses comboios existem tantos "chatos"! Mas este raccord não é chato bob.

[[]]

5:25 PM  
Anonymous Fabs Costa said...

E por falar em chatos...

"tadixo" do Chato!...
Não teve um dia bom!

Não tem uma ela que fica á espera da sua chegada para lhe dizer que não falta mais nada porque ele chegou.

E o seu rosto não vai ficar agitado, nem vai brilhar de entusiasmo porque ela não vai estar lá.

Nunca encontrou a menina dos seus olhos e por isso dorme. Dorme num sono profundo como quem já não procura mais nada.

Porventura neste dia, desistiu.
Está com sono.
Está cansado.

Se Ela passar por ele, ele não a verá porque está dormindo.
E como a sorte só protege os audazes, adormeceu, mesmo por debaixo do cartaz que diz:
"um chato"...

Será que ela o vai encontrar?

9:34 PM  
Anonymous Anonymous said...

Esta é a verdadeira história ...
APELO DE URGÊNCIA

De Rutland Sq., Massachussets, mandaste as boas-festas.
Depois vi-te em Bruxelas, na Grand´ Place, mas nada foi possível,
porque conduzias uma excursão turística
e o autocarro
ia partir, na hora.

Em Ruão, encontrámo-nos, na Rue de L´Horlogue.
E em Paris, na esplanada de um café, em Saint Andrés-des-Arts.
Mas nada dissemos um ao outro
porque tivemos medo de que nenhum de nós fosse um ou o outro.

Em Ottignies, nevava,
vi passar o teu rosto colado ao vidro da carruagem de segunda classe
da composição da linha do outro lado.

Eu ia para Gent.
E tu?
Direction Liège?

De então para cá, tenho-te visto, juro,
atravessando uma rua qualquer de uma qualquer cidade
de qualquer documentário cinematográfico
ou, súbito, ao passar,
numa qualquer fotografia de jornal.

Entretanto,
este breve postal de Tientsin:
“From China with love”.

E não assinas Laura,
não te chamas Beatriz,
nem Annabelle Lee.

Sei, porém, o teu nome e o teu corpo,
mas não sei onde moras
(quem o sabe?).

E por isso te peço que, se um dia
(extremamente improvável)
este apelo de urgência
chegar às tuas mãos,
cair sob os teus olhos,
tombar no teu coração,
então escrevas, escrevas, logo, prontamente,
dizendo o teu país,
a tua cidade,
a tua morada.

Porque eu voltarei a cobrir a cabeça de cinzas,
calçarei as sandálias,
tomarei de novo o meu bordão de buxo,
abraçarei os parentes e os amigos
e partirei à procura
do infinitamente inefável.

in A VIAGEM POSSÍVEL (POESIA - 1965/1981), EMANUEL FÉLIX, EDIÇÃO DA SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA, ANGRA DE HEROÍSMO, 1984

9:18 PM  
Anonymous Anonymous said...

O cansaço do ser rotineiro afogado na dor de ser gozado. Até eu ri à gargalhada do chato que ele é... tadinho. A vida é sempre "àrrebentar".

Saudações Acepticas

2:22 AM  
Anonymous Fabs Costa said...

Eu gostei!...

3:13 PM  

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