Friday, April 15, 2005

tarde de Abril

3 Comments:

Anonymous Poético Pastoril said...

Águas mil
Neste meu Abril,
Tectos cinza
Janelas de azul,
Longe só trabalium
Perto só descanso.
Rebentam as formas
Chegam os desejos.
Revolto-me e rebolo-me
encosta abaixo
num tapete de memórias
Numa incontrolavel sede
saudade

11:51 AM  
Anonymous Anonymous said...

espero que seja sempre bem perdido.
as saudades que já não existem, só para disfarçar...

12:58 PM  
Blogger virginia_pinhao said...

Lá voltaste a puxar para ti o lençol,
Como que a privar meus sonhos do último raio de sol.
Amigos são sobras do tempo
Que enrolam seu tempo à espera de ver,
O que não existe acontecer

Mas teimas em riscar o fim do meu chão.
Nunca medes a distância
Dos passos á razão.
Meus votos são claros na forma.
Desejo-te o mesmo que guardo p'ra mim,
E o que não existe não tem fim

***

1:17 PM  

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